Assalto em Outeiro Grande

 Assalto em Outeiro Grande
 

Na madrugada do dia 31 de Maio de 2007, o bar-cafetaria de Manuel Santos Nicolau situado junto às bombas de combustíveis em Outeiro Grande, foi pela 4ª vez visitado pelos larápios. Os ladrões efectuaram o assalto com uma carrinha, também roubada nessa mesma madrugada a um construtor no concelho de Ourém. Passavam dez minutos das 5 horas da madrugada, quando arrombaram o estabelecimento com a parte traseira da viatura. O estrondo provocado não chegou para acordar os vizinhos, mas partiu janelas envidraçadas, danificou a vitrine e até moveu o balcão, dado que a viatura acabou por ficar dentro do estabelecimento. As câmaras de vídeo apenas registaram a entrada do veículo, mas por poucos segundos, devido talvez ao impacto que se verificou. Os ladrões conseguiram efectuar o assalto sem que o sistema de alarme fosse accionado. Levaram a máquina com o tabaco e a pequena máquina de aperitivos. Curioso foi o facto de não tocarem na caixa registadora. Os prejuízos são avultados, porque a máquina de tabaco foi abastecida no dia anterior. Para além do roubo, as instalações também foram danificadas.

O padeiro foi a primeira pessoa a chegar ao local e a deparar-se com a situação tendo telefonado para a funcionária, Mónica Reis que se preparava para abrir o estabelecimento. Ao chegar ao local, a funcionária deparou-se com a situação, que mais parecia tratar-se de uma explosão, porque as janelas envidraçadas por onde entrou a viatura estavam agora salientes para fora, devido à saída abrupta da carrinha de dentro do estabelecimento. A funcionária comunicou a ocorrência ao dono do estabelecimento que alertou a polícia.

 

Quando aqui cheguei até as lágrimas me vieram aos olhos”, contou o sr. Manuel ao «Fruto da Notícia».

Só quando a polícia chegou ao local e entrou no interior do estabelecimento, é que o alarme tocou o que pressupõe que os ladrões terão utilizado durante o assalto algum sistema que impediu o alarme de tocar. As entidades policiais colheram amostras e registaram alguns pormenores que poderão ser úteis no decorrer da investigação.

A carrinha e as máquinas foram encontradas ainda nesse dia abandonadas na estrada que faz ligação entre as Terras Pretas e a Mata.

Para além de vidros, no interior da carrinha ainda estava uma camisola do proprietário da viatura, agora rasgada e com alguns orifícios, o que pressupõe que fora utilizada pelos ladrões para encobrir a cabeça.A polícia efectuou o reboque da viatura e o seu proprietário para além de ver a sua viatura roubada ainda teve o infeliz azar de ser obrigado a pagar à polícia o reboque da sua viatura. É caso para dizer que um azar nunca vem só.

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