16º Aniversário da Colectividade de Vales de Cima

16º Aniversário da Colectividade de Vales de Cima

O Centro de Cultura e Desporto de Vales de Cima comemorou o 16º aniversário com uma grande diversidade de actividades que decorreram de 3 a 18 de Março.

No primeiro fim-de-semana os adeptos do futebol virtual participaram na primeira fase do Torneio Pro Evolution Soccer 6 (PES 6), a nova versão do melhor simulador de futebol do mundo dos videojogos. A final do torneio foi na semana seguinte e opôs Daniel Duarte e David Rodrigues. Daniel foi o vencedor.

O torneio de snooker foi outra das modalidades presentes. No dia 3 apuraram-se os oitavos de final. Os jogos dos quartos-final realizaram-se na semana seguinte. A final foi ganha por Carlos Silva.

Pelo segundo ano consecutivo, realizou-se um jogo de futsal entre solteiras e casadas. O evento que começou um pouco atribulado devido ao reduzido número de participantes casadas ocorreu às 11 horas da manhã do dia 4. O jogo teve uma duração reduzida (sete minutos e meio para cada parte), mas o suficiente para a equipa das solteiras marcarem 3 golos na baliza adversária. Ocorreram algumas quedas, uma das quais provocou uma rotura de ligamentos numa senhora casada. Alguns minutos de diversão para quem assistiu à partida.

Também nessa manhã de domingo, os carros de rolamentos estiveram em acção em treinos cronometrados. As eliminatórias que estavam previstas para essa tarde foram adiadas para o domingo seguinte devido ao mau tempo.

Com a chuva, nada melhor do que jogar às cartas no salão da colectividade. O torneio da sueca juntou 24 jogadores, entre os quais uma única presença feminina. O par vencedor do torneio foi conquistado por Raul Rodrigues e Pedro Jerónimo.

Ao início da tarde do dia 11, realizou-se a corrida dos carros de rolamentos. O número de participantes foi pequeno, mas a iniciativa foi vista por muitos populares que recordaram os tempos antigos em que também eles brincavam descendo as ladeiras em carros de rolamentos. Duma forma prática e sem os brinquedos actuais, a juventude de outros tempos ocupava-se com brincadeiras saudáveis, onde imperava, o espírito da camaradagem.

Com esta iniciativa os mais novos ficaram a saber como era feita a ocupação das gerações anteriores. Para a construção de um carro são necessários alguns materiais: quatro rolamentos, pregos, peça forte de madeira para apoio dos pés e que serve de direcção, eixo principal forte para aguentar com o condutor e um eixo traseiro mais comprido do que o da frente para proporcionar estabilidade.

A corrida teve apenas 4 participantes, entre os quais uma do sexo feminino, Teresa Nunes com um carro muito original com o símbolo da associação local. Apesar de ficar em último lugar na classificação, a sua originalidade valeu-lhe a atribuição de um prémio. A corrida foi ganha por João Duarte.

 

Na tarde do dia 11, realizou-se o jogo de futsal entre solteiros e casados. Na primeira parte registaram-se algumas ameaças de golo, mas eles não apareceram até ao intervalo. O primeiro golo só surgiu na 2ª parte e foi marcado de calcanhar pelo solteiro David. Os casados reagiram e empataram o jogo. No entanto, os solteiros voltaram a golear a baliza adversária por mais duas vezes.

O aniversário da colectividade foi ainda assinalado com outras actividades: chinquilho, matraquilhos e salto à corda. Ricardo Rito e Carlos Silva foi o duo vencedor dos matraquilhos e o chinquilho foi ganho por Ricardo Rito. No salto à corda, a vencedora foi a Cátia.

Foram mais de 100 os participantes nas várias modalidades desportivas. Uma grande participação que levou a organização a prometer que para a próxima vez tudo deverá ser feito com mais tempo e criar ainda mais modalidades.

Para encerrar a festa de aniversário, os sócios e amigos da terra juntaram-se no salão da colectividade num almoço no dia 18 de Março de 2007 onde estiveram presentes mais de 160 pessoas. Entre os convidados, estiveram presentes os membros da freguesia de Assentis, o pároco António e o diácono Mário. No final do almoço foram entregues os prémios aos vencedores das diversas modalidades desportivas. A Junta da Freguesia ofereceu à colectividade uma salva de prata para assinalar a efeméride e ainda atribuiu um donativo de 500 euros.

A festa continuou com um bailarico animado pelo organista Nelson. A festa terminou com um lanche onde se partiu o bolo de aniversário.

No dia de aniversário da colectividade, o «Fruto da Notícia» entrevistou Luís Pires, presidente da associação.

 

Fruto da Notícia – A colectividade dos Vales de Cima comemora 16 anos. Que trabalhos já foram efectuados até aqui e o que é que ainda falta fazer?

Luís Pires: Falta sempre fazer muita coisa…Já foi feito essencialmente tudo o que era possível em termos de estrutura. Neste momento temos o salão quase completo e recentemente estivemos a acabar o palco e outras salas que estavam a fazer falta. Em relação ao recinto anexo à sede, ainda precisamos de efectuar algumas vedações e pinturas. Temos procurado dar vida às estruturas com a criação de actividades. Actualmente estão organizadas a ginástica de manutenção e também a participação de torneios de futsal. Esporadicamente há outras pequenas actividades. Neste mês e dentro das comemorações do aniversário da colectividade, tivemos torneios de snooker, matraquilhos, sueca entre outras, as quais tiveram uma grande participação. A festa de Verão continua e é sempre feita com um objectivo definido a escolher pela própria população. Como temos um projecto prioritário que é a construção de uma capela na aldeia, nos últimos anos, a festa tem sido efectuada mais com o objectivo de angariar fundos para essa obra do que para a colectividade. Nos últimos anos, 60% dos lucros é para a Comissão da futura capela e 40% para a colectividade.

 

FN- Para quando é que está previsto o arranque das obras?

LP – Quanto ao início das obras da futura capela, era bom que fosse o mais rapidamente possível. Temos a ajuda de um engenheiro que nos está a ajudar no projecto de forma graciosa, mas por outro lado, temos a dificuldade da angariação de fundos, porque a terra é pequena e os meios são poucos. Quanto mais depressa o projecto estiver concluído, maior necessidade temos de avançar com a obra. Como ainda não temos muito dinheiro, também uma coisa faz com que possamos esperar pela outra. Não há uma pressão tão grande por essa razão. O projecto não está concluído. Já existe um esboço, o qual já foi dado a conhecer à população. Neste momento estamos em fase de conclusão de arquitectura para ser apresentada às entidades competentes: Câmara e Diocese. Já temos a aprovação do nosso pároco e do bispo quanto à possível construção, no entanto falta o projecto para saber se estarão de acordo com ele.

 

 

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