Faleceu Maria do Rosário Lopes

MARIA DO ROSÁRIO LOPES (1931-2006)
 

Maria do Rosário Lopes faleceu aos 74 anos, no Hospital de Santarém na tarde do dia 19 de Setembro de 2006. Filha de António Lopes, natural de Outeiro Pequeno e de Líbia de Jesus, natural do Casal da Fonte, localidade onde nasceu a dia 25 de Novembro de 1931. Tem 4 irmãos – Francisco, Daniel, João e Celeste.

Ainda criança veio residir para o Outeiro Pequeno – Tojais, onde os seus pais fixaram residência. “Herdou” o nome da mãe, porque desde sempre foi conhecida como Maria “da Líbia”.

Aos 30 anos casou com Simão de Sousa Salgado, hoje com 68 anos. Do casamento nasceram 2 filhos – o António e o Paulo, ambos já casados e com 2 filhos cada.

 

Maria do Rosário sempre exerceu o trabalho doméstico, mas também chegou a trabalhar na escolha de amêndoas e trapos. Desde há alguns anos que a doença a visitava. Em 2003 já contava com 4 intervenções cirúrgicas à barriga.

Antes do seu falecimento esteve hospitalizada no Hospital de Torres Novas, desde o dia 10 de Agosto, onde permaneceu mais de um mês. Na última semana antes da sua morte foi transferida para Santarém com graves problemas respiratórios e circulatórios.

O funeral realizou-se na tarde do dia 20 de Setembro e foi sepultada no cemitério em Casais da Igreja.

O «Fruto da Notícia» apresenta os sentidos pêsames a toda a família.
 
 

Toda a curva da existência humana está cheia de fugazes ou prolongados encontros com a dor. O nascimento não é só a vinda ao mundo de uma nova criatura, mas representa também o primeiro afastamento, a primeira perda e o primeiro corte. O vagido do recém-nascido quando nasce é o seu primeiro hino à vida, mas também é o início da sua viagem a caminho da morte.

A vida é um ciclo de novos inícios e separações. Enquanto dura o ciclo da vida, as doenças ou as perdas de entes queridos batem-nos à porta. E a dor será sempre mais ou menos intensa conforme as circunstâncias da morte. A vida de cada homem é tecida de imprevistos, casualidades, oportunidades e desgraças. E, naturalmente, diante da precariedade da existência, somos mais levados a reflectir sobre as coisas acontecidas do que sobre os perigos evitados. Quantas vezes, sem nos darmos conta, teremos evitado a morte!

A nossa vida está suspensa por um fio e só nos apercebemos disso quando experimentamos uma situação em que a vida e a morte se tocam.         In “Porquê justamente a mim?” – Arnaldo Pangrazzi

 

 

 

 

 

 

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