Festa de s. João Baptista

FESTAS DE S. JOÃO BAPTISTA EM OUTEIRO PEQUENO

 

 

 

A tradicional festa de S. João Baptista, organizada pelo Centro Cultural Recreativo e Social de Outeiro Pequeno teve lugar no recinto do Campo da Bola nos dias 24 e 25 de Junho.

Na noite de sábado, dia 24, a festa foi animada pelo grupo musical “Auditório”, das Lapas. Apesar do vento que se fez sentir, a primeira noite de festa juntou um razoável número de pessoas no restaurante, quermesse, bolos e bar. As pessoas aglomeraram-se junto ao recinto do baile e outras junto ao jogo do porco-da-Índia.

 

No dia seguinte (domingo), foi concelebrada às 15 horas eucaristia pelo Pe. António José Ribeirinha Barreleiro e Pe. Carlos.

A homilia efectuada pelo Pe. Carlos focou a figura de S. João Baptista, padroeiro da localidade de Outeiro Pequeno. Referiu que é o único Santo a que o calendário litúrgico dedica dois dias: o seu nascimento e a sua morte. “Considerado o precursor de Jesus Cristo, veio pregar que o Reino de Deus estava próximo. Muitos foram os que se alegraram com o seu nascimento. Ainda hoje essa alegria se manifesta de modo contagioso em muitos locais de Portugal, como por exemplo, no Porto e em Braga. É essa mesma alegria que a população de Outeiro Pequeno manifesta anualmente com a sua religiosidade em união com S. João Baptista, não só de uma forma exterior, mas também interiormente, no seu significado mais profundo. S. João foi proclamado por Jesus Cristo, como o maior de entre os filhos do Homem.

“Eu não sou o Messias, virá outro a seguir a mim”, referiu S. João. A sua missão foi pregar a penitência, indicando os caminhos que os homens deviam seguir: aplanai as coisas más que tendes no vosso coração. Foi ele próprio que mostrou Jesus, o Cordeiro que tira o pecado do mundo. Uma das diferenças entre Jesus e S. João Baptista é que enquanto S. João nasceu de uma mulher com idade já avançada, Jesus nasceu de uma mulher donzela. Ambos os nascimentos foram importantes. Deste modo, é indicado que o Antigo Testamento estava a terminar e o Novo Testamento iria começar”.

Como reflexão, o Pe. Carlos referiu que “devemos acreditar na Palavra de Deus que nos é orientada de

modo a que seja colocada em prática na vida diária: na família, no trabalho e em qualquer parte onde nos encontremos. Temos mandamentos para cumprir e devemos dar testemunho. Hoje as pessoas têm medo de serem cristãs. Não devemos ter medo de nos mostrar

como cristãos, quer por palavras, quer nas obras.

S. João Baptista retirou-se quando viu que Jesus Cristo entrava em cena. Significa que devemos tomar consciência, para nos retirarmos a tempo, ao apercebermos que a nossa capacidade tem limites, pelo que devemos reconhecer que há outros com melhores capacidades do que nós.

Todos nascemos com uma missão neste mundo. Ninguém nasce com a missão de ser inútil, mas cumprir uma vocação que havemos de descobrir através da vida”.

A concluir, o Pe. Carlos fez referência à vida martirizada que S. João Baptista teve.

A celebração terminou com a procissão que efectuou o percurso entre a capela e a antiga Escola Primária. Na procissão, seguiram dois andores: o de Nossa Senhora e o de S. João Baptista. À frente seguia a cruz ladeada com duas lanternas e logo de seguida o estandarte. Depois dos andores, os sacerdotes e por fim a população. Durante o percurso foi recitado o terço.

 

A festa continuou à noite com o jogo de futebol do campeonato do mundo entre as equipas de Portugal e Holanda, a prejudicar os festejos, devido à pouca afluência de pessoas que preferiu ver o futebol. O restaurante foi procurado por poucas pessoas, dado o jogo de futebol ter início às 20 horas. Depois das 22 horas, actuaram no palco, a organista Elisabete Serra e suas bailarinas. Estas trajavam a rigor as cores da bandeira portuguesa, dado que Portugal venceu a Holanda por uma bola, um golo de Maniche.

Num dos intervalos da actuação de Elisabete Serra, foram entregues os troféus do Torneio de Futebol organizado pela colectividade onde participaram as equipas de Gateiras de Santo António, Fungalvaz, Pena/Casal da Pena e Moreiras Pequenas.

Luís Morgado fez os agradecimentos às equipas participantes e às empresas que doaram os troféus: José Maria de Sousa Vieira & Filhos, Lda., Metalmonda, Lda., Sucatas Paulo Jorge e Luís Lopes.

O troféu do Melhor Guarda Redes foi para o Ricardo e o melhor marcador (7 golos) para o João Fernandes, ambos da equipa de Moreiras Pequenas.

As Gateiras ficaram classificadas em 4º lugar, Fungalvaz em 3º e Pena/Casal da Pena em 2º. O primeiro lugar foi para a equipa de Moreiras Pequenas, troféu entregue ao Marco, capitão da equipa

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