Via pública ou privada?

A sinalização ainda não chegou à aldeia de Outeiro Pequeno, mas os condutores são obrigados permanentemente a fazerem algumas paragens obrigatórias. A situação mais anómala ocorre quase diariamente num troço de estrada na Rua Principal da localidade. A circulação de veículos é efectuada com bastante dificuldade, porque há quem utilize a via pública para trabalhar. Cargas e descargas de sucata, manobras a toda a hora e máquinas a ocupar parte da estrada ocorrem constantemente.

Os condutores que por ali passam desesperam com as paragens obrigatórias que são forçados a efectuar e por vezes até manobras perigosas junto a curvas devido à ocupação indevida da via pública.

O desespero é tal, que alguns condutores depois de tanto esperarem já tiveram que fazer inversão de marcha e sair da aldeia pela Rua dos Mouchões que liga à aldeia vizinha de Outeiro Grande, para poderem apanhar a estrada nacional 349.

Casos houve porém, mais graves em que condutores em busca de socorro a caminho do hospital tiveram que parar e esperar, devido à obstrução da estrada.

Por vezes a referida estrada só tem um único sentido, dado o estacionamento de uma longa fila de veículos ligeiros e pesados de um lado ao longo de vários metros.

 

Para além dos problemas causados aos condutores, o referido troço de estrada repavimentado há poucos anos já está bastante danificado, devido às viaturas pesadas e máquinas que por ali laboram. O óleo derramado na via também é visível.

Os condutores lamentam que a situação continue a arrastar-se e nunca mais tenha fim. Será que os proprietários não conseguem resolver a situação, com a criação de um espaço dentro da propriedade de modo a evitar a obstrução da via pública?

 

Ainda na mesma rua, mas já no centro da aldeia, alguns condutores estacionam o veículo de qualquer maneira de modo a ficarem o mais próximo possível do café, pouco se importando se a via pública fica transitável ou não.

E, se chamados à atenção, ainda ficam aborrecidos, e respondem na ponta da língua: “vão à volta!”.

São quezílias a evitar, bastando para o efeito deixar a viatura um pouco mais afastada e andando alguns metros a pé. Afinal, caminhar faz bem à saúde!

João Filipe

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