Como se faz uma enxertia ?

A clonagem de animais teve início há poucas décadas. Mas o que se faz com os enxertos na agricultura desde há muitos séculos também é clonagem.

 

No passado mês de Maio, o «Fruto da Notícia» foi observar como é efectuada uma enxertia. É uma operação que requer habilidade e mestria por parte do enxertador. Com alguns cruzamentos de espécies, podemos colher, por exemplo, maçãs de uma pereira ou até figos pinga o mel de uma figueira que dá figos pretos.

Manuel de Oliveira Vicente tem 75 anos e trabalhou durante a sua vida activa em trabalhos agrícolas. Hoje está aposentado, mas ainda cuida de uma horta e de um pequeno rebanho de 6 ovelhas. Há muitos anos aprendeu a enxertar árvores de fruto e hoje ainda coloca este ofício em prática sempre que lhe é solicitado. A arte, disse aprendeu-a com Manuel Marques de Sousa (já falecido e que possuía a alcunha de Vardasca).

No primeiro fim-de-semana de Maio o «Fruto da Notícia» foi observar como é efectuada a enxertia de uma figueira. A enxertia em causa foi feita pelo método de borbulha e teve por objectivo colocar alguns ramos de uma figueira preta a dar figos pinga-o-mel.

José de Oliveira Vicente, irmão do sr. Manuel também o acompanhou nesta tarefa para o auxiliar. A Lua estava em fase de Quarto Crescente, fase propícia para efectuar o enxerto, porque segundo José Vicente, em fase de lua cheia não de deve fazer enxertia, citando o ditado popular “Pela Lua Cheia não cortes nem a tua nem a alheia”.

Para a realização de uma enxertia são necessárias algumas ferramentas básicas: uma tesoura da poda, um canivete bem afiado e ráfia.

O mês de Maio é o indicado para enxertar as figueiras porque segundo Manuel Vicente “elas estão com vício, com bastante leite. Estão também mais viçosas pelo que o processo de colagem das borbulhas é mais eficaz”.

Em primeiro lugar, Manuel Vicente escolheu a árvore matriz, aquela que vai ser a fornecedora da borbulha para a enxertia, tendo em vista a sua qualidade frutífera.

Com uma tesoura cortou alguns ramos jovens e sadios da árvore fornecedora. Depois junto da árvore receptora, subiu para a figueira e iniciou a “operação de clonagem”. Fez alguns desbastes na sua copa, de modo a que os ramos que iam ser intervencionados, ficassem com boas condições de receber a luz solar. Com uma tesoura decepa-se a parte superior do porta-enxerto que irá ser enxertado na nova espécie.

A borbulha é um método de enxertia que consiste na justaposição de uma gema retirada da planta matriz e inserida sobre o porta-enxerto. É uma técnica fácil de operar e permite reenxertia do porta- enxerto, em caso de não pegamento.

A enxertia por borbulha efectuada por Manuel Vicente consistiu em fixar uma gema ou borbulha (pequeno formação vegetal de um ramo) em um corte  em forma de I, na casca do caule da figueira receptora.

A enxertia por borbulha é feita em pleno sol. Este método exige perfeita justaposição da borbulha. O enxertador retirou com um canivete um pedaço da casca rectangular que tinha um “olhinho” (a gema). Depois, com a mesma dimensão efectuou o corte em forma de I na casca do ramo receptor (chamado porta-enxerto). A implantação da gema é efectuada, abrindo um pouco da casca do ramo receptor de modo a poder acolher na sua incisão a borbulha. Para o sucesso da enxertia, todo o processo deve ser efectuado o mais rapidamente possível, para evitar a desidratação e a oxidação da gema e do porta-enxerto. Convém que antes de iniciar o processo, o enxertador amole cuidadosamente o canivete para que os cortes sejam perfeitos e a junção das partes envolvidas (gema e porta-enxerto) mantenham contacto íntimo de modo que a seiva possa circular livremente.

No solo, José Vicente, entregou uma ráfia ao irmão para poder atar o enxerto. Entregou ainda no final, um pouco de barro molhado para colocar na ponta do ramo cortado para que “não sangre”.

Agora é só aguardar o tempo necessário, entre 15 a 30 dias e verificar o resultado da enxertia.

Se tudo correr bem, a haste principal do porta-enxerto intensificará a brotação lateral porque o porta-enxerto sofreu um corte na parte de cima, com a finalidade de estimular a brotação da gema. É claro que o porta-enxerto irá emitir novos rebentos em redor do enxerto, mas estes deverão ser retirados para estimular ainda mais a enxertia.

Depois convém aliviar um pouco a ráfia para que o novo enxerto se possa desenvolver.

Qualquer dia vamos provar os figos de pinga-o-mel que irão nascer destes enxertos.

 

 A  ENXERTADORA

 

O «Fruto da Notícia» descobriu que na arte dos enxertos também há mulheres.

Maria da Trindade de Sousa Rodrigues, de 57 anos de idade reside em Outeiro Pequeno – Tojais e desde há cerca de 4 anos que começou a fazer enxertias de garfo. Bastou para o efeito, observar na propriedade do vizinho José Manuel, um senhor das Moreiras Pequenas a fazer enxertias de garfo. E desde essa altura, que já fez variados enxertos a tal ponto de dizer que “tem tido sorte com os resultados obtidos”. Já colocou várias amendoeiras a dar ameixas e pêssegos.

Como se faz uma enxertia de garfo?

Consiste na união do garfo com o porta-enxerto, de modo a formar uma única planta

Em primeiro lugar recolhem-se alguns ramos da árvore dadora. Depois junto da árvore receptora corta-se o ramo que se pretende enxertar e os rebentos que estão à sua volta.

Na operação de enxertia, o porta-enxerto deve ser cortado com uma tesoura de poda e com um canivete, será feita uma fenda de poucos centímetros de profundidade, de cima para baixo.

Com um canivete prepara-se o  garfo em forma de cunha. Logo em seguida, deve ser encaixado no corte do porta-enxerto,  de modo que, pelo menos um dos lados da região do enxerto e porta-enxerto coincida casca com casca. Para  fixar o enxerto e impedir a entrada de água é necessário que seja enrolado com ráfia, de baixo para cima. Para formar um ambiente húmido e proteger da secagem, deve-se cobrir o garfo e a região da enxertia com barro e depois envolver em plástico ou pano.

Se a enxertia for bem sucedida, as gemas começarão a brotar. Entre 15 a 30 dias é o período necessário para verificar se a clonagem foi bem sucedida. Quando surgirem os primeiros pares de folhas, retira-se o plástico que envolve a protecção. A ráfia só deve ser retirada  cerca de 90 a 120 dias após a enxertia.

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21 respostas a Como se faz uma enxertia ?

  1. Porfírio Malheiro diz:

    Este tipo de comentários são excelentes porque ensinam ao pormenor como se fazem enxertos. Gostaria que fossem abordados outros tipos de enxertos e propagação de plantas e épocas em que devem ser feitos (por exemplo, camélias).
    Parabéns porque sou um apaixonado destas coisas.

    • Manuel Santos diz:

      Estou de acordo do o anterior comentário. Realmente estas páginas ajudam muito quem gosta de tratar de árvores de fruta ou mesmo outro tipo de árvores. Reformei-me o ano passado, e como passa tempo, dediquei-me a tratar do jardim e também do pomar com trinta árvores da minha casa. Este ano em fevereiro fiz 8 enxertos de ameixoeiras, que colhi ramos de qualidades diferentes e boas de amigos.
      Também fiz, 5 enxertos em pessegueiro, 2 de borbulha e 3 de encosto/garfo, é um sistema misto que depois de ver alguns videos, optei, por sentir que me pareciam muito simples, para pequenos ramos. Fiz também 4 em ramos de pereira brava, por as pereiras antigas terem partido junto ao solo quando estava a lavrar.
      Tenho tanbém 2 enxertos de cerejeira, neste caso ainda não vi resultados. Estou há espera, para ver. Todos os enxertos foram feitos de encosto/garfo menos dois nos pessegueiros pois queria ver quais os que resultavam melhor.
      Destes enxertos para meu espanto, durante 10 dias não via grande desenvolvimento, mas vieram uns dias de tempo ameno e começaram a brotar com uma velocidade incrivel. Estou muito contente, porque para o ano se calhar já terei mais varidades de frutos e tanbém tive em atenção as qualidades que recolhi para exertar, que fossem de datas de maturação diferentes. No caso de ameixas, tenho duas ameixoeiras há mais de 20 anos e agora irei ter muito mais variedades e nas mesmas árvores, as quais á partida irão ter cada 4 variedades e recolhas diferentes! Este tipo de enxerto foi feito da seguinte forma. Como tinha rebentos a vir muito fortes, os chamados ladrões com espessuras de 8 a 10 centímetros, peguei em ramos das mesmas espessuras e com um comprimento de mais ou menos 15 centimetros, que têm 3 gomos, fiz um corte em diagonal ou chanfre com mais ou menos 2 centimetros nos dois quer cavalo ou cavaleiro, fiz esse corte muito perfeito, liso e que coincidisse e com perfeita junção. De seguida, peguei em fita isoladora, dessa que usamos para unis fios, enrolei com muita firmeza e perfeição, de forma a que as cascas encostassem perfeitamente, e foi só esperar para ter o efeito desejado! Por isso agradeço, e estou tanbém a dar o meu minimo contributo para enriquecimento deste tipo de trabalho, a todos aqueles que ajudam os principiantes como eu a passarem melhor o seu tempo livre na natureza e a ver crescer um novo trabalho feito por nós que nunca sonhamos que o podiamos fazer.

  2. Porfírio Malheiro diz:

    Este tipo de comentários são excelentes porque ensinam ao pormenor como se fazem enxertos. Gostaria que fossem abordados outros tipos de enxertos e propagação de plantas e épocas em que devem ser feitos (por exemplo, camélias).
    Parabéns porque sou um apaixonado destas coisas.

  3. luiz carlos diz:

    sr. manuel de oliveira, poderia ajudar, preciso fazer enxertos de amoras bastante produtivas em amoras que nao produzem nada, é possivel, abs.

  4. Aurélio diz:

    Este tipo de comentários são realmente muito interessantes e construtivos. Queria também que fossem abordados enxertos de roseiras e propagação de plantas, técnicas e épocas em que devem ser feitos e como devem ser feitos.

  5. José diz:

    gostava de saber em que altura do ano podia enxertar uma oliveira

    • Manuel Santos diz:

      Sr. José, não sei qual a data de enxertia de oliveiras correcta, mas penso que será um pouco antes de começarem a brotar as flores ou rebentos novos. Este é o processo que eu aplico nas outras árvores de fruto e tem corrido bem, embora eu seja um principiante nestas coisas. Penso também que pode procurar no Google em “enxertia de oliveiras” que deve conseguir datas e até muitas formas de o fazer. Evidente que tem de ter cuidado com as datas, porque muitas vezes são videos ou fotos e mesmo informação fora de Portugal. Mas penso que a melhor dica é a que dei no principio.
      Cumprimentos Manuel Santos

  6. antonio diz:

    muito bom mas eu queria ver fotos de como se faz um enxerto

    • Manuel Santos diz:

      Sr António, Para conseguir o que deseja, fotos, videos etc sobre enxertia, basta fazer procura no Google “Videos de enxertia de arvores de fruta” e vai ver tudo o que precisa, de todas os tipos de árvores e de vários tipos de enxertos. Brasileiros, Espanhóis, Portugueses, Itlianos, enfim tudo o que desejar. Cumprimentos :Manuel Santos

  7. jose silva diz:

    É um assunto interessante e está muito bem explicado, mas se me é permitido gostaria de acrescentar ainda a enxertia de canudo, que serve para as arvores muito jovens. E que consiste em retirar a casca com a borbulha do ramo dador, e coloca-la no ramo receptor; ou seja corta-se os dois ramos com o mesmo diametro, mas no ramo dador um centimetro acima da borbulha, depois faz-se uma incizão toda á volta do pequeno ramo “como se fosse descarnar um fio eletrico” e com algum jeito consegue descolar a casca do madeiro, e fica assim com um pequeno tubo, mas este com a borbulha, depois é retirar um pedaço de casca na ponta do ramo receptor que foi previamente cortado com tesoura e intruduzir este no tubo que foi retirado do ramo dador.
    É óptimo para roseiras, pessegueiros, as romanzeiras podem ser exertadas em laranjeiras e assim temos laranjas com sumo vermelho, as amendoeiras podem ser enxertadas em pessegueiro damasqueiro ou ameizxoeira os marmeleiros podem ser enxertados em pereira ou macieira tudo isto torna as arvores mais resistemtes e aumenta a longevidade

  8. António Gonçalves diz:

    Gostava de saber como se faz uma enxertia, numa lúcia lima, para tirar filhos da mesma.

    • Manuel Santos diz:

      Amigo, sr. António Gonçalves. Eu tenho uma pequena árvore de Lúcia Lima, mas aqui na zona chamam, de Limonete, (arbusto) no meu jardim. Esta planta foi colocada no meu jardim, por estaca, ou seja, trouxe um ramo de casa de um amigo, espetei-o na terra, onde queria que ele ficasse para futuro. Esta colocação do ramo fi-lo em Outubro num dia húmido. Sempre que achava que era necessário regava-o mas sem ficar muito enchardo, pois pode apodrecer. No ano seguinte, na primavera começou a ficar cheio de folhas. Neste momento deve ter +-70 centimetros de altura. Tiro dele folhas que vou secando á sombra para fazer um didlicioso chá. Não tem nada a ver com as saquetas que se compram. É delicioso! Entretanto, para informação, posso dizer que muitos pequenos arbustos de frutos ou não que tenho no meu jardim e pomar, uso a mesma forma e alguns já têm vários anos. Mirtilhos, framboesas, ameixoeira, goji, proteas etc .Esta ultima com mais dificuldade, mas já tenho 6 qualidades que ao fim de três anos já dão flores. Esta colocação de estaca deve ser feita no inverno, Outubro a Janeiro em zonas de meia sombra ou abrigadas de muito sol.

      Ao sr. José Silva, também já fiz essa mesma técnica, ( tubo)mas não me saiu bem, tenho ainda alguns enxertos feito dessa forma, mas ainda não brotaram, sinto que estão já inseridos e aderiram ao cavalo, mas não percebo porque não rebentam a folha. Para tudos o meu muito obrigado pela informação e se puder contribuir melhor. cumprimentos a todos.

      • António Gonçalves diz:

        Obrigado pela informação. Vou tentar fazer o mesmo, para ver se tenho sorte. Um abraço.

  9. Antonio Salgado diz:

    Esta não é uma resposta, mas uma pergunta.
    Alguem me poderá dizer, onde, não longe do distrito de Setubal, posso comprar garfos para enxertia de limoeiros e outros citrinos.
    Cumprimentos
    A. Salgado

  10. Manuel Santos diz:

    Sr. A. Salgado, eu não sou da região mas, este ano, passei por vários hortos ou viveiros com a intenção de comprar galhos para enxertia, mas nenhum me proporcionou esse material, porque querem é vender as árvores, que tem um preço mais caro. Num unico caso, por conhecimento com o dono de comprar lá várias árvores e produtos para o pomar a jardim, prestou-se a me dizer para ir com ele e com uma tesoura na mão me perguntou o que queria e deu-me várias qualidades das quais enxertei este ano com sucesso.

  11. Manuel Santos diz:

    Sr. A . Salgado, entretanto lembrei-me de uma forma de produção de árvores ou
    arbustos, feitos por mim, para oferecer a amigos, quando gostam de uma qualidade de frutos. Este sistema é muito usual nos experts de árvores de fruto. Chama-se “alporque”. Ou seja, num arbusto ou árvore, num ramo que tenha vigor, se possível do ano anterior, com uma faca, retirar a toda a volta desse ramo a casca com o comprimento de 2 a 3 cêtímetros, entretanto deve-se ter preparado antecipadamente um bocado de musgo do que se encontra nos muros, bem molhado, até encharcado. Coloca-se envolvendo no ramo na zona onde se tirou a casca e colocando plástico fino do que se tem em casa, para colocar alimentos, por forma a não deixar sair a humidade do musgo. As extremidades do plástico devem ser muito apertadas e
    seladas, com fita isoladora muito bem apertada, para não deixar sair a humidade do ramo. Este deve continuar na árvore até a próximo ano. Com a humidade e a fragilidade do pequeno tronco sem casca, ele vai desenvolver raízes nesse musgo e só quando ele tiver passado um ano, deve retirar-se o plástico e verificar-se-á que o musgo está com raíses, corta-se o ramo dom dois ou três cêntimetros das raízes e colocar o ranco com as raízes na terra, como se tratasse de uma árvore nova. Bons alporques! Cumprimentos

  12. Ramiro romão diz:

    Pelo comentários que li, acerca das enxerias verifiquei que hà aqui muita ignorância, em primeiro lugar é um erro enxertar mais de que uma qualidade na mesma arvore, especialmente se o período de maturação não for na mesma altura, pois vai exigir muito da arvore e ela acaba por secar em pouco tempo.
    Cada vez que se faz uma enxertia, tem que se ter a noção que a arvore, que resultará da enxertia vai ter caracteristicas do porta enxerto e do enxerto, para a arvore que nós pretedemos ser igual á que desejamos, a enxertia tem que ser feita num filho da arvore em causa.
    para fazer enxertos eu já não uso rafia, utilize fita cola de electrecista que é muito mais pratico e tapa toda a zona envolvente.

  13. Gostaria de saber a altura ideal para fazer uma enxertia numa pereira?
    agradeço resposta
    cumprimentos

  14. Ola eu gostava de saber se posso atar a enchertia com adesivo de primeiros socorros?

    • alvesantos diz:

      Sr. Luis Santos, Nunca fiz nenhuma enxertia com esse adesivo, mas penso que não terá muita eficiência ou mesmo nenhuma. Eu penso que não deve ser feita com esse adesivo, porque ele é muito susceptível de deixar passar humidade para a zona de pegamento ou seja na junção e encosto do enxerto e sendo assim o enxerto não pegará. C laro que eu faço um enxerto de uma maneira, que é de contacto por encosto das duas partes, ou seja, cavalo e o enxerto, com fita adesiva plástica que é usada pelos electricistas e devo dizer-lhe que é de 90% de êxito. Bons enxertos e boa noite. Foi um prazer…..

  15. Este ano, por questões de dificuldade de um ano não poder fazer, por questões de saúde, a poda, eu também como não consegui, arranjar ninguém que o fizesse, a cabei por ter de pôr mãos à obra. Tentei fazer alguns contactos com especialistas de poda de árvores de fruto assim como ter falado com os podadores antigos da terra. Colhidos esses conhecimentos e princípios de poda, pôs as mãos à obra. Apliquei o melhor que pude, das orientações que recebi. Posso dizer que na realidade, nunca tive um ano tão bom. É quantidades de fruta, de todas as qualidades que toda a gente que passa admira. Na realidade nunca vi as árvores, quer macieiras, pereiras, pêssegos e ameixas, com tamanho tão grande e com tanta quantidade. Não sei se é do ano, se foi do trabalho que fiz na poda. Para o ano, vou fazer uma poda mais baixa nas árvores, porque como já tenho alguma dificuldade em subir o escadote, porque as árvores estão com mais de três metros e quero fazer a poda das árvores no chão, com a tesoura longa.
    Existem muitas páginas na Internet, que ajudam muito com explicações e vídeos. Estou contente, porque no primeiro ano que me iniciei nos enxertos e na poda, por ter tanto sucesso. É fundamental os ensinamentos que vamos tirando de sites como este para percebermos e nos ajudarem a tratarem das árvores de frutos. Obrigado a todos pelas informações que obtive para ter sucesso.

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